Mensagens anônimas que circulam na internet assustam e põem em dúvida a população
Quando o vírus da gripe A surgiu no ano passado, muitos boatos apareceram junto com ele. Agora, os rumores chegam por e-mail e dizem respeito à vacinação, por enquanto aplicada em profissionais da saúde e indígenas.
Uma mensagem anônima que circula na internet desde a semana passada assusta e põe em dúvida a população, mas especialistas garantem que a vacina é segura. A mensagem eletrônica afirma que o medicamento possui substâncias capazes de provocar de autismo entre crianças a problemas no sistema imunológico humano.
Além disso, o e-mail sugere uma armação entre autoridades de saúde e fabricantes da vacina para ter lucro com a aplicação, feita gratuitamente pelo governo em determinados grupos.
Uma mensagem anônima que circula na internet desde a semana passada assusta e põe em dúvida a população, mas especialistas garantem que a vacina é segura. A mensagem eletrônica afirma que o medicamento possui substâncias capazes de provocar de autismo entre crianças a problemas no sistema imunológico humano.
Além disso, o e-mail sugere uma armação entre autoridades de saúde e fabricantes da vacina para ter lucro com a aplicação, feita gratuitamente pelo governo em determinados grupos.
Irresponsabilidade
Cansada de mensagens do tipo, a vice-presidente nacional da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), Isabella Ballalai, classificou o alerta como "irresponsável". Ela disse que as vacinas já foram usadas nos Estados Unidos e na Europa com êxito. Segundo Isabella, não houve registro de mortes nem de efeitos colaterais graves até agora.
Especialistas na área acham que é natural as pessoas terem dúvidas diante do excesso de críticas ao medicamento recebidas pela rede mundial de computadores, mas ressaltam que não há perigo.
A médica Susana Dalcastagne, e as enfermeiras Priscila Tramontina e Renata Machado não pensaram duas vezes antes de receber a dose. Por falta de tempo não vacinaram-se no primeiro dia, mas no segundo. Elas garantem que não se sentem diferentes e que não tiveram nem reação no local da aplicação.
A médica Susana Dalcastagne, e as enfermeiras Priscila Tramontina e Renata Machado não pensaram duas vezes antes de receber a dose. Por falta de tempo não vacinaram-se no primeiro dia, mas no segundo. Elas garantem que não se sentem diferentes e que não tiveram nem reação no local da aplicação.
